The Power of Detachment – O Poder do Desapego

June 12, 2008 – 4:27 am
by Robert Ringer

http://churchofdivinelove.com/spiritualjourney/
Detachment is an incredibly powerful tool that I wish I had understood much earlier in life. There are many things from which you can detach yourself, and one of the most important is the habit of judging people, actions, and circumstances as being right or wrong, good or bad.

As Deepak Chopra says in The Seven Spiritual Laws of Success, when you are constantly classifying, labeling, and evaluating, you “create a lot of turbulence in your internal dialogue.” The more internal bickering that takes place, the less time and room (in your mind) for constructive thinking.

Worry, irrelevant thoughts, and fears only add to this internal bickering. All of these are abstracts from which you should make a conscious effort to detach yourself. Even more important is the necessity to detach yourself from needing the approval of others. When you are attached to peer approval, you tend to make bad decisions.

Then there is the pain and discomfort of your present situation. The more you struggle against the unpleasant circumstances of the moment, the more time and energy you waste. It’s okay to want things to get better down the road, but don’t waste time and energy wishing things were different than they are right now.

Accepting your present situation means detaching yourself from the pain it is causing you. Philosophically, you should learn to accept pain as a normal part of life. Which means, paradoxically, that the best way to eliminate pain is to not try to eliminate it. The more you fight pain, the more it is likely to persist.

Above all, learn to detach yourself from specific results. Practice the art of being flexible. Understand that circumstances constantly change and that things rarely work out precisely as planned. The results you end up with may be much different from the results you were after, but that doesn’t necessarily mean they will be less satisfying. If you are too attached to a specific result, it shuts down your creativity.

As with peer approval, when you are too attached to a specific result, you have a tendency to force decisions. And forced decisions are most often bad decisions.

The quickest and most certain way to achieve a goal is to mentally focus on what you want, and attach very strong feeling to wanting it. If you picture a result without attaching strong feelings to it, it’s no more than a thought. And that’s where the subtle connection between desire and letting go comes in.

Having strong feelings about wanting something in your life is a good thing. The stronger your feelings, the better. But, at the same time, you have to let go and allow it to come to you – perhaps in a different form than you expected.

If a specific objective becomes an obsession – if you believe that you can’t be happy without achieving it – your feelings pass the point of diminishing returns and your focus becomes counterproductive.

All this does not mean that you should permanently resign yourself to the circumstances of your currently bad situation. Nor does it mean that you should give up your desire or intention for a specific result. What you should give up is your attachment to that result. Or, as Chopra puts it, you should “accept the present and intend the future.”

When you become adept at detachment – from pain, from evaluating and classifying everything that crosses your path, from precise results – it gives you the time, energy, and mental clarity to focus on the single most important activity for overcoming an impossibly bad situation: exploiting opportunities.

What opportunities? The opportunities that are part and parcel of every “impossible” situation.

Based on personal experience, I am convinced that the greatest opportunities lie in the eye of the storm – at the very center of your worst problems.

Use your will to detach yourself from your impossible situation and, instead, spend your time cultivating the opportunities it has brought into your life – keeping in mind that such opportunities may be heavily camouflaged

This article appears courtesy of Early To Rise, the Internet’s most popular health, wealth, and success e-zine. For a complimentary subscription, visit http://www.earlytorise.com.

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O desapego é uma ferramenta incrivelmente poderosa que eu gostaria de ter entendido muito mais cedo na vida. Há muitas coisas das quais você pode se desapegar, e uma das mais importantes é o hábito de julgar pessoas, ações e circunstâncias como sendo certas ou erradas, boas ou más.

Como Deepak Chopra diz em “As Sete Leis Espirituais do Sucesso”, quando você está constantemente classificando, rotulando, e avaliando, você “cria muita turbulência no seu diálogo interno.” Quanto mais luta interna acontece, menos tempo e espaço (na sua mente) para pensamento construtivo.

Preocupação, pensamentos irrelevantes, e medos só contribuem para esta luta interna. Todas estas coisas são abstrações das quais você deve fazer um esforço consciente para se desapegar. Até mesmo mais importante é a necessidade de se desapegar da necessidade da aprovação dos outros. Quando se é apegado à aprovação dos outros, tende-se a tomar más decisões.

E ainda tem a dor e o disconforto da sua situação atual. Quanto mais se luta contra a desprazerosa circunstância do momento, mais tempo e energia se gasta. Tudo bem em querer que as coisas melhorem, mas não gaste tempo e energia querendo que as coisas fossem diferentes do que elas são agora.

Aceitar a sua situação presente significa se desapegar da dor que ela está causando em você. Filosoficamente, você deve aprender a aceitar a dor como parte normal da vida. Que significa, paradoxalmente, que a melhor maneira de eliminar a dor é não tentar eliminá-la. Quanto mais você luta contra a dor, mais ela provavelmente vai persistir.

Acima de tudo, aprenda a se desapegar de resultados específicos. Pratique a arte de ser flexível. Entenda que as circumstâncias mudam constantemente e que as coisas raramente acontecem precisamente como foram planejadas. Os resultados com os quais você acaba podem ser muito diferentes dos resultados que você queria, mas isso não necessariamente significa que eles serão menos satisfatórios. Estar muito apegado a um resultado específico cala a sua criatividade.

Quanto à aprovação dos outros, quando estamos muitos apegados a um resultado específico, temos a tendência de forçar decisões. E decisões forçadas são muito frequentemente más decisões.

O modo mais rápido e mais certo de atingir uma meta é focar mentalmente no que se quer, e pôr um sentimento muito forte em querê-lo. Se você imagina um resultado sem colocar sentimentos fortes nele, ele não é mais que um pensamento. E é aí que a sutil ligação entre desejo e desapego entra.

Ter sentimentos fortes sobre querer algo na sua vida é uma coisa boa. Quanto mais fortes os seus sentimentos, melhor. Mas, ao mesmo tempo, você tem que se desapegar e permitir que venha até você – talvez de uma maneira diferente da que você esperava.

Se um objetivo específico se torna uma obsessão – se você acredita que não pode ser feliz sem atingí-lo – os seus sentimentos passam o ponto para retornos reduzidos e o seu foco se torna contra producente.

Tudo isso não significa que você deva se resignar permanentemente às circunstâncias da sua má situação atual. Nem significa que você deva desistir do seu desejo ou intenção de um resultado específico. O que você deve desistir é do apego àquele resultado. Ou, como Chopra o coloca, você deve “aceitar o presente e tencionar o futuro”.

Quando nos tornamos adeptos do desapego – da dor, de avaliar e classificar tudo que cruza o nosso caminho, de resultados precisos -sobra mais tempo, mais energia, e clareza mental para focar na única atividade mais importante para ultrapassar uma situação má e do impossível: explorar oportunidades.

Quais oporunidades? As oportunidades que são parte e que vêm junto com cada situação do “impossível”.

Com base em experiência pessoal, estou convencido que as maiores oportunidades estão no olho da tempestade – bem no centro dos seus piores problemas.

Use a sua vontade para se desapegar da sua sitação impossível e em alternativa, passe o seu tempo cultivando as oportunidades que ela trouxe para a sua vida – tendo em mente que tais oportunidades podem estar bem camufladas.

Este artigo é uma cortesia de Early to Rise, a revista virtual sobre saúde, riqueza e sucesso mais popular da internet. Para subscrevê-la visite http://earlytorise.com.

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