Bem-estar Animal – Animal Well-being

Uma das coisas importantes no meu despertar espiritual, entre muitas outras pelas quais procurei durante a minha vida, foi a preocupação com o bem-estar dos animais. Depois de adulta e morando sozinha eu decidi a dado momento recolher uma gatinha de rua, e a ela se seguiram outras duas e nunca mais parei de tentar achar lares e serviços veterinários para os animais de rua.

Trabalhei como pet-sitter durante 5 anos com clientes regulares e o meu amor pelos animais domésticos floresceu. Na minha experiência com animais observei o amor incondicional destes amiguinhos peludos que não esperam nada em troca pela sua afeição, dedicação e companheirismo. E o quanto reagem aos nossos estados interiores conforme estejam a nós ligados.

Podemos realmente aprender muito com os animais, na nossa interação com aqueles a quem amamos e com o mundo. Nos animais observamos por exemplo, como obedecem a uma cadeia existencial maior, a qual respeitam instintivamente; especialmente com os animais que vivem no seu habitat natural; enquanto os animais domesticados tiveram uma maior perda de habitat e dividem as cidades conosco.

A minha preocupação começou com os animais aos meus cuidados e se estendeu ao vegetarianismo estrito ao qual eventualmente aderi. Só posso dizer que me tornar vegetariana foi a melhor escola  em termos de aprender a viver. Aprendi o que é respeitar todos os seres vivos, através da alimentação orgânica e consciente. Com o Veganismo muitos aprendizados bons se seguem, entendemos que realmente não necessitamos de muitas coisas que pensamos precisar, condicionados pela sociedade de consumo.  Isso não é apenas em relação à alimentação mas à nossa existência neste planeta de modo respeitoso e recíproco.

Aprendi muito sobre o mundo em que vivo, sobre mim mesma e o que eu tinha até então deixado passar ao meu lado no quesito alimentos que realmente necessito e novos alimentos que fui descobrindo. Nesta parte da minha caminhada contei com a ajuda de amigos preciosos. E no fim estou sempre aprendendo.

Procuro utilizar produtos e alimentos que realmente necessito apenas e que sejam produzidos e cultivados por permacultura, orgânicos e de maneira sustentável. Isso tudo começou também em parte porque o meu corpo começou a apresentar alergias, primeiro à lactose, e depois à produtos químicos na pele. E descobri que podia cortar muitas coisas da minha lista de compras das quais eu não necessitava realmente.

Podemos descobrir muitas alternativas aos cosméticos que são produzidos sem respeito pelos consumidores e no método de cultivo e manejo de matérias primas e testes de sensibilidade em animais. Já existem muitas alternativas no mercado, de produções artesanais, orgânicos, sustentáveis e até mesmo de produtos que podemos fazer em casa para o nosso consumo.

A maior lição de tudo o que tenho aprendido neste campo é que o mundo é como uma rede interligada e que fazemos parte deste todo, e o bem estar individual e do todo é recíproco.

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Ensinamento Cherokee – Cherokee Parable

Os dois Lobos – Parábola Cherokee

Um Cherokee ensina o seu neto sobre a vida…
“Uma luta está acontecendo dentro de mim”, ele diz ao menino.
“É uma luta terrível e é entre dois lobos.”

“Um é maldade – ele é raiva, inveja, tristeza, arrependimento, cobiça, arrogância, pena de si mesmo, culpa, ressentimento, inferioridade, mentiras, falso orgulho, superioridade, dúvida de si mesmo, e ego.”

“O outro é bom – ele é alegria, paz, amor, esperança, serenidade, humildade, gentileza, benevolência, empatia, generosidade, verdade, compaixão, e fé.”

“Esta mesma luta está acontecendo dentro de você – e dentro de todas as outras pessoas também.”

O neto pensa sobre o que o avô diz por um momento e então pergunta ao seu avô, “Qual lobo vai ganhar?”

O velho chefe responde simplesmente,
“Aquele que você alimentar.”

Autor desconhecido

Este texto é uma parte de um texto maior que li recentemente, escrito por Yvonne Swan para o seu neto:

“Antes de nascermos, cada um de nós escolheu vir para aqui. Em termos de tempo Divino, a Vida é apenas um piscar de olhos, e então retornamos à casa— de volta ao Criador.

É melhor se tentarmos nos lembrar porque quisermos vir para aqui em primeiro lugar. Quanto mais cedo descobrirmos, melhor a Vida é. Nos tempos antigos, antes dos Europeus virem, os nossos ancestrais seguiam as instruções da Criação e a vida era boa. Os animais foram enviados antes dos humanos e instruídos a nos ensinarem como viver na Terra. Não tínhamos Safeways ou McDonnald’s e não precisávamos de dinheiro. Você sabe como caçar, pescar e colher naturalmente alimento, então você sabe o que eu quero dizer. A mudança que começou há algumas centenas de anos criou confusão para muitos de nós. Nos afastou dos costumes antigos, e faz difícil lembrarmos dos valores tradicionais pelos quais os nossos ancestrais viviam. Desde que o Criador criou a vida na terra havia ordem. E depois desordem. Mas, a desordem não vai durar. Vai voltar à criação original…”

***
Two Wolves – A Cherokee Parable
An old Cherokee chief was teaching his grandson about life…

“A fight is going on inside me,” he said to the boy.
“It is a terrible fight and it is between two wolves.

“One is evil – he is anger, envy, sorrow, regret, greed, arrogance, self-pity, guilt, resentment, inferiority, lies, false pride, superiority, self-doubt, and ego.

“The other is good – he is joy, peace, love, hope, serenity, humility, kindness, benevolence, empathy, generosity, truth, compassion, and faith.

“This same fight is going on inside you – and inside every other person, too.”

The grandson thought about it for a minute and then asked his grandfather,
“Which wolf will win?”

The old chief simply replied,
“The one you feed.”

Author Unknown

This is an excerpt of a text I have recently read, by Yvonne Swan to her grandson:

“Before we were born, each of us chose to come here, grandson. In terms of God’s time, life is but a blink of an eye, then we go home–back to the Creator. It is best if we try to remember why we wanted to come here in the first place. The sooner we find out, the better life is. In the old days, before Europeans came, our ancestors followed Creator’s instructions and life was good. The animals were sent ahead of humans and were instructed to teach us how to live on earth. We didn’t need Safeways or McDonald’s and we didn’t need money. You know how to hunt and fish and gather natural foods, so you know what I mean. The change that began a few hundred years ago created confusion for many of us. It has pulled us away from the old ways and makes it harder to remember the traditional values that our ancestors lived by. Since the Creator designed life on earth there was order. Then disorder. But, disorder won’t last. It will go back to the original design…”

Singing – Cantar

I have already mentioned here the power of sounds. In true, working with spirituality everything we do with reverence and intention will help us to unfold our True Essence. The following exercise is only one example of tool to work spiritually with the help of our sacred instrument: voice.

To help clearing your brow chakra, responsible for opening up to your spiritual sight,  sing the vowel that helps to balance that chakra: “e” (as in the word “see”).  Sitting quietly, inhale calmly singing the vowel sound only in your mind, focusing on the area of the chakra…. exhale and sing it audibly accompanying the natural adjustment of your voice each time,  and bringing your hands together to your forehead, to help you focus on that area. It is a good way to begin your day by chanting this or other mantra of your choice.

Source: Sacred Sounds; Ted Andrews.

Já mencionamos aqui o poder dos sons. Em verdade, trabalhando com espiritualidade, tudo o que realizamos com reverência e intenção nos ajudará a desvendarmos a nossa Verdadeira Essência. O exercício seguinte é apenas um exemplo de como podemos trabalhar a espiritualidade com a ajuda do nosso instrumento mais sagrado: a voz.

Para ajudar a equilibrar o Chakra do terceiro olho, para abrir a sua visão espiritual, cante a vogal que ajuda a equilibrar este chakra: “i” (como na palavra “giz”). Sentado quietamente, inspire calmamente cantando o som da vogal apenas na sua mente, visualizando e sentindo a área do chakra… expire cantando com a sua voz, acompanhando o ajustamento natural da sua voz a cada vez, e trazendo as suas mãos juntas para a sua testa, para ajudá-lo a focar na área do chakra. É uma excelente maneira de começar o nosso dia cantando este ou outro mantra de sua escolha.

Fonte: Sons Sagrados, Ted Andrews.

Porquê a relação entre Almas Gêmeas é difícil? Difficulties in a Soul Based Relationship, why is it?

O Ego tem sido o “guia” para o modo de vida dominante entre os seres humanos. Ele é a “voz” incessante nas nossas mentes que está constantemente julgando e captando os padrões de energia à nossa volta. Esses padrões de energia são as expectativas que são criadas para nós e por nós desde pequenos.

Quando nascemos neste planeta somos habilitados pelo Amor que é a maior força do universo para sermos seres completos dentro deste amor, é o direito divino para a nossa existência. Desde o nascimento a nossa essência é Divina, apenas porque é, porque existe.

Muitas culturas do mundo contam que houve uma mudança na terra que trouxe o domínio desse modo de vida que temos hoje: baseado no exterior e não na orientação interior que é Divina.

Procuramos sempre satisfazer o motivo pela nossa existência baseado neste modo de vida, mas como não leva em conta as necessidades de Amor e da nossa verdadeira essência espiritual, como seres espirituais que somos, não encontramos essa satisfação no mundo físico, sem que nos tornemos Um com a nossa essência espiritual.

Um dos momentos em que somos chamados a acordar pela nossa Verdadeira Essência / Alma, é ao nos depararmos com uma relação diferente de tudo o que imaginamos ser possível. Falo de uma ligação espiritual entre duas pessoas, seja uma relação entre Almas Companheiras ou Almas Gêmeas / Chamas Gêmeas. Este encontro tão gigantesco e avassalador para o Corpo Físico, é a chamada de atenção para que encontremos a nossa Verdadeira Essência e extinguamos a existência do Ego no nosso ser, para que então estejamos completos e prontos para a União Perfeita com a nossa outra metade. Um caminho totalmente possível e mais que necessário para reinstaurar o equilíbrio à volta da União, e consequentemente na Terra.

The Ego has been the “guide” to the dominant way of life among human beings. It is the incessant “voice” in our minds, which is constantly judging and catching energy patterns around us. These energy patterns are expectations created for us and by us since we are little.

When we are born in this planet we receive through Love, which is the highest force in the Universe, the right to be complete beings inside this Love, it is the Divine right and gift for physical existence.

Many cultures tell about a change on Earth that brought this way of life into being dominant until our days: based on outside focus and not inside guidance, that is the Divine Guidance.

We always seek to fulfill the reason why we were born based on this life style, and as it does not take in consideration the needs of Love and of our true spiritual essence, as spiritual beings that we are, we do not find fulfillment in the physical world, but by becoming One with our spiritual essence.

One of the moments in life we are invited to wake up by our True Essence / Soul, is when we are faced with a relationship different from everything we thought to be possible. A spiritual connection between two beings, a Soul Mate or a Twin Soul / Twin Flame relationship. This meeting that is so overwhelming for the physical bodies is the wake up call for us to meet our True Essence and extinguish Ego from our being, only then we become complete and ready for the Perfect Union with our other half. A path that is entirely possible and more than necessary to achieve balance within and around the Union and subsequently on Earth.

The Power of Detachment – O Poder do Desapego

June 12, 2008 – 4:27 am
by Robert Ringer

http://churchofdivinelove.com/spiritualjourney/
Detachment is an incredibly powerful tool that I wish I had understood much earlier in life. There are many things from which you can detach yourself, and one of the most important is the habit of judging people, actions, and circumstances as being right or wrong, good or bad.

As Deepak Chopra says in The Seven Spiritual Laws of Success, when you are constantly classifying, labeling, and evaluating, you “create a lot of turbulence in your internal dialogue.” The more internal bickering that takes place, the less time and room (in your mind) for constructive thinking.

Worry, irrelevant thoughts, and fears only add to this internal bickering. All of these are abstracts from which you should make a conscious effort to detach yourself. Even more important is the necessity to detach yourself from needing the approval of others. When you are attached to peer approval, you tend to make bad decisions.

Then there is the pain and discomfort of your present situation. The more you struggle against the unpleasant circumstances of the moment, the more time and energy you waste. It’s okay to want things to get better down the road, but don’t waste time and energy wishing things were different than they are right now.

Accepting your present situation means detaching yourself from the pain it is causing you. Philosophically, you should learn to accept pain as a normal part of life. Which means, paradoxically, that the best way to eliminate pain is to not try to eliminate it. The more you fight pain, the more it is likely to persist.

Above all, learn to detach yourself from specific results. Practice the art of being flexible. Understand that circumstances constantly change and that things rarely work out precisely as planned. The results you end up with may be much different from the results you were after, but that doesn’t necessarily mean they will be less satisfying. If you are too attached to a specific result, it shuts down your creativity.

As with peer approval, when you are too attached to a specific result, you have a tendency to force decisions. And forced decisions are most often bad decisions.

The quickest and most certain way to achieve a goal is to mentally focus on what you want, and attach very strong feeling to wanting it. If you picture a result without attaching strong feelings to it, it’s no more than a thought. And that’s where the subtle connection between desire and letting go comes in.

Having strong feelings about wanting something in your life is a good thing. The stronger your feelings, the better. But, at the same time, you have to let go and allow it to come to you – perhaps in a different form than you expected.

If a specific objective becomes an obsession – if you believe that you can’t be happy without achieving it – your feelings pass the point of diminishing returns and your focus becomes counterproductive.

All this does not mean that you should permanently resign yourself to the circumstances of your currently bad situation. Nor does it mean that you should give up your desire or intention for a specific result. What you should give up is your attachment to that result. Or, as Chopra puts it, you should “accept the present and intend the future.”

When you become adept at detachment – from pain, from evaluating and classifying everything that crosses your path, from precise results – it gives you the time, energy, and mental clarity to focus on the single most important activity for overcoming an impossibly bad situation: exploiting opportunities.

What opportunities? The opportunities that are part and parcel of every “impossible” situation.

Based on personal experience, I am convinced that the greatest opportunities lie in the eye of the storm – at the very center of your worst problems.

Use your will to detach yourself from your impossible situation and, instead, spend your time cultivating the opportunities it has brought into your life – keeping in mind that such opportunities may be heavily camouflaged

This article appears courtesy of Early To Rise, the Internet’s most popular health, wealth, and success e-zine. For a complimentary subscription, visit http://www.earlytorise.com.

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O desapego é uma ferramenta incrivelmente poderosa que eu gostaria de ter entendido muito mais cedo na vida. Há muitas coisas das quais você pode se desapegar, e uma das mais importantes é o hábito de julgar pessoas, ações e circunstâncias como sendo certas ou erradas, boas ou más.

Como Deepak Chopra diz em “As Sete Leis Espirituais do Sucesso”, quando você está constantemente classificando, rotulando, e avaliando, você “cria muita turbulência no seu diálogo interno.” Quanto mais luta interna acontece, menos tempo e espaço (na sua mente) para pensamento construtivo.

Preocupação, pensamentos irrelevantes, e medos só contribuem para esta luta interna. Todas estas coisas são abstrações das quais você deve fazer um esforço consciente para se desapegar. Até mesmo mais importante é a necessidade de se desapegar da necessidade da aprovação dos outros. Quando se é apegado à aprovação dos outros, tende-se a tomar más decisões.

E ainda tem a dor e o disconforto da sua situação atual. Quanto mais se luta contra a desprazerosa circunstância do momento, mais tempo e energia se gasta. Tudo bem em querer que as coisas melhorem, mas não gaste tempo e energia querendo que as coisas fossem diferentes do que elas são agora.

Aceitar a sua situação presente significa se desapegar da dor que ela está causando em você. Filosoficamente, você deve aprender a aceitar a dor como parte normal da vida. Que significa, paradoxalmente, que a melhor maneira de eliminar a dor é não tentar eliminá-la. Quanto mais você luta contra a dor, mais ela provavelmente vai persistir.

Acima de tudo, aprenda a se desapegar de resultados específicos. Pratique a arte de ser flexível. Entenda que as circumstâncias mudam constantemente e que as coisas raramente acontecem precisamente como foram planejadas. Os resultados com os quais você acaba podem ser muito diferentes dos resultados que você queria, mas isso não necessariamente significa que eles serão menos satisfatórios. Estar muito apegado a um resultado específico cala a sua criatividade.

Quanto à aprovação dos outros, quando estamos muitos apegados a um resultado específico, temos a tendência de forçar decisões. E decisões forçadas são muito frequentemente más decisões.

O modo mais rápido e mais certo de atingir uma meta é focar mentalmente no que se quer, e pôr um sentimento muito forte em querê-lo. Se você imagina um resultado sem colocar sentimentos fortes nele, ele não é mais que um pensamento. E é aí que a sutil ligação entre desejo e desapego entra.

Ter sentimentos fortes sobre querer algo na sua vida é uma coisa boa. Quanto mais fortes os seus sentimentos, melhor. Mas, ao mesmo tempo, você tem que se desapegar e permitir que venha até você – talvez de uma maneira diferente da que você esperava.

Se um objetivo específico se torna uma obsessão – se você acredita que não pode ser feliz sem atingí-lo – os seus sentimentos passam o ponto para retornos reduzidos e o seu foco se torna contra producente.

Tudo isso não significa que você deva se resignar permanentemente às circunstâncias da sua má situação atual. Nem significa que você deva desistir do seu desejo ou intenção de um resultado específico. O que você deve desistir é do apego àquele resultado. Ou, como Chopra o coloca, você deve “aceitar o presente e tencionar o futuro”.

Quando nos tornamos adeptos do desapego – da dor, de avaliar e classificar tudo que cruza o nosso caminho, de resultados precisos -sobra mais tempo, mais energia, e clareza mental para focar na única atividade mais importante para ultrapassar uma situação má e do impossível: explorar oportunidades.

Quais oporunidades? As oportunidades que são parte e que vêm junto com cada situação do “impossível”.

Com base em experiência pessoal, estou convencido que as maiores oportunidades estão no olho da tempestade – bem no centro dos seus piores problemas.

Use a sua vontade para se desapegar da sua sitação impossível e em alternativa, passe o seu tempo cultivando as oportunidades que ela trouxe para a sua vida – tendo em mente que tais oportunidades podem estar bem camufladas.

Este artigo é uma cortesia de Early to Rise, a revista virtual sobre saúde, riqueza e sucesso mais popular da internet. Para subscrevê-la visite http://earlytorise.com.

Respeito por Si Próprio e Gratidão – Self respect and Gratitude

Quando aprendemos a  respeitar a nós próprios, o respeito por Tudo o que existe se segue… Cada um é o único responsável pela sua própria felicidade e bem-estar, momento a momento… O nosso compromisso conosco mesmos, com o nosso Ser Espiritual / Verdadeira Essência, que é quem verdadeiramente somos,  é a primeira coisa em que devemos focar, e nos desapegarmos de todos os pensamentos ilusórios que nos impedem de manifestar e experienciar a nossa criatividade e felicidade ao máximo… O que o nosso Coração deseja já espera por nós 🙂

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When we learn to respect ourselves, the respect to All that is follows… Each of us is the only one responsible for their own happiness and well-being, moment after moment… Our commitment with ourselves, with our Spiritual Being / our True Essence, who we truly are, is the first thing to put our focus on… and detach from all deceptive thoughts which prevent us from manifesting and experiencing the maximum creativity and happiness in our lives… What our Hearts desire is already awaiting for us 🙂

“O Respeito por si mesmo não é uma questão de tamanho, idade ou riqueza. Respire fundo, Cante alto e docemente, ‘Eu sou eu, Eu Sou Único, Eu sou magnífico.” – Jonathan Lockwood Huie